domingo, setembro 27

Deixa passar...




Dias de calmaria... Onde a mesmice já não reina, onde os movimentos do corpo se deliciam ao encontro do som que emerge dos rios de boas musicas, onde a alma encontra a paz... Isso mesmo ali, bem ali próximo do céu e ao mesmo tempo rente ao inferno; no meio termo da sanidade.

segunda-feira, setembro 14

Cores, cores

cores marcantes... todas cores, as prediletas,
as que me fazem recordar momentos,
as que chamam atenção...
sim, tem no mercado é só pedir :)

sábado, setembro 12

...

Depois de muita luta és que a menina mulher por fim chega à lua. Ainda diante dos primeiros passos ela encontra um velho baú colorido o que chamava a atenção da pequena menina era algumas marcas que faziam o objeto lhe causar em primeiridade uma estranheza saudável.

As marcas relembravam suas antigas preferências. Como a composição da pintura, por exemplo, laranja, preto, roxo, branco... As cores que um dia foi as prediletas da moça coloria agora aquele velho baú . A pintura contém ainda desenhos de bolas de futebol, mas o que realmente chamou a atenção da pequena foi justamente a forma como os guardados eram “trancados”. A fechadura era envolvida por um pó que brilhava, (semelhante ao pó da criação de Monteiro Lobato - seria pó de pirimpimpim?) e como centro da tranca havia uma lua casada com uma estrela... astros favoritos da pequena moça.

A pequena que sempre foi efusiva agora sorrir sente-se alegre e em paz, mas o corpo estar cansado, e algumas coisas teimam em querer atormentá-la. A vida e o tempo a fizeram amadurecer e ela se nega a abrir o baú:

velho baú c-o-l-o-r-i-d-o, onde meus astros surgem, como tranca, enlaçando meus guardados... desculpe, mas prefiro sentar e balançar meus pés...”