segunda-feira, outubro 25

Cada segundo restante

me faz sentir mais humana.


Me sinto pequena, frágil.. a verdadeira #sweetgirl que todos descrevem. Que enxerga a vida de forma positiva e em detalhes de um dia descreve o lado bom de toda uma vida.




Aos poucos meu corpo vai sendo consumido por uma vontade de chorar, estranhamente controlável, mas, certamente essas lágrimas seriam de felicidade. Sinto que o que me leva a essa gostosa sensação não é nada absurdamente inovador... O motivo é o mais simples, mágico e terno. O que conduz essa alegria que não cabe dentro de mim por isso escrevo agora é a descoberta da intensidade/do valor de cada olhar, cada sorriso, cada minuto que compõe a livre arte de viver, mas viver MESMO e claro de ser mulher.
Sinto a intensidade presente na suavidade do vento, nas gotas de chuva caindo sobre minha pele. Vejo - quase sem acreditar na sutileza que a natureza, ainda, nos propicia - um baile onde as copas verdinhas, derrubam do alto das árvores  as gotículas não absorvidas daquela chuva - que outrora as banhavam; Infelizmente, vejo também as usadas pelo homem que em prol de seu umbigo borram a imagem do cotidiano, mas, retomo a alegria ao observar as cores com as quais papai do céu pintou o dia. 
Enquanto os meninos de Liverpool acalmam meu ser, lembro do gosto único daquele misto - sim.. pão, presunto e queijo – receita simples - que minha irmã preparou  e que foi meu almoço de hoje, da carinha de desdém de Pool - minha gatinha que tanto estimo 'apesar dos apesares'.
No percurso até o trabalho resolvo parar de dá audiência ao gritante apelo dessa sociedade imersa na hipocrisia e na intolerância... Fecho meus olhos e cedo a minha audição - já sem os fones de ouvido - o delicioso som de vida. Sim, sou uma ouvinte declarada e apaixonada pelos sons da vida: o canto dos pássaros, o encontro promovido por São Pedro - as gotas de chuva se deliciando com as telhas de minha casa - , a voz de meu pai e dos meus amores, o longo sermão de minha mãe, o soprar do vento... Sou grata por possuir os cinco sentidos ofertados a maioria dos seres que vivem neste pequeno ponto "solto" no universo que alguém, um dia intitulou de TERRA. Sou grata por poder viver.
Esse sentimento que me toma... Ah, certamente é um prazeroso presente de grego - eu sei -, agora ele me concede um olhar aguçado e incrivelmente sensível sobre os detalhes da vida para depois me trazer dor - risos..sim, risos!.




P.S.: Acho que todos, antes de partir, devem buscar evoluir, isso mesmo.. evoluir!


¡ Dios, te bendiga! ☼


Foto: Dreams of Fliht quev
Link: http://quev.deviantart.com/art/Dreams-of-Flight-80896633?q=boost:popular+girl+-+sweet+dreams&qo=24

terça-feira, outubro 19

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Amiga! Você precisa de um namora-do!
Namorado com ' o '!

foto: http://browse.deviantart.com/?q=hippie%20talk&order=9&offset=48#/d1p75v0

quarta-feira, outubro 6

Saudade de quando me importava de verdade.
Saudade de sentir saudade.

quarta-feira, setembro 22

quinta-feira, setembro 16

Calmo caos

  (...)
A sombra do futuro
A sobra do passado
Assombram a paisagem.

Quem vai virar o jogo
e transformar a perda
em nossa recompensa?
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado
só de quem me interessa.

(É o que me interessa - Lenine)

p.s.: modo sépia na foto - edição minha

sexta-feira, setembro 3

Passarinho - Tiê ♫



Passarinho se não bate a asa, logo pia!
E eu que 'tenho' nome diferente já quis ser Maria.

Sweet memories

 Oi?!

Acho que nossos olhos, de alguma forma, teimam em nos denunciar.
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Nossos olhos, ao longo dos repentinos encontros demonstram que já perceberam que crescemos, mas, é sempre a mesma coisa.

#Sweetmemory, seus olhos escuros, estranhamente dão um inesquecível ar doce ao seu retangular rosto branco, e ao se cruzar com os meus fazem os milésimos de segundos se converterem em um tipo de arquivo onde ficam guardados todos os momentos que vivemos enquanto a proximidade era nossa maior aliada bons tempos.



Você cresceu, eu cresci..

Daí em diante as nossas tardes já nem eram mais nossas, os meses cederam lugar aos longos anos, nem internet e muito menos telefone nos concediam um brechinha nas agendas que sua mãe fez questão de lhe impor após as longas brigas. Você pagou um alto preço!

Seus cabelos pretos, seu sorriso sempre moleque... Ainda consigo ouvir sua voz pronunciar meu nome.


...

Meu cansaço, minha pressa e a sua companhia não permitiram que nosso prometido diálogo acontecesse, né?! Mas, afinal o que seria da vida se não fosse o acaso?

Foi um prazer lhe rever!