não encontrarei o teu olhar, sei que você não está aqui...
Vejo pessoas ir e vir e dentre tantos passos me perco
recordo teu sorriso, tuas poses, parecia que você estava a posar para as minhas humildes lentes,
teus simples e inesquecíveis gestos.
Paro e observo o calmo tempo, recordo do teu andar apressado, da branquidão da tua pele...
Ah, meu amor o tempo não pára a única coisa imóvel nessa imensidão agitada sou eu... um ser imerso em sentimentos um tanto confusos
talvez a saudade me faça sentir frio
meu momento melancólico se confude com o baile das copas das árvores, com o baile do vento e do copo.
Mais uma ver me perco, desta vez recordo do teu sorriso amarelo.
...
Agora é a tua voz que me pertubaas folhas continuam a bailar com o vento
o tempo está fechando
a noite caíndo... e a saudade?
Só terá fim quando eu finalmente te ver chegar.
18 de junho de 2009
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